segunda-feira, 9 de abril de 2012
OiChina colabora com projetos sociais
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Veja: Educação na China
Gustavo Ioschpe
(Clique para ler a matéria completa do Gustavo Ioschpe)
Não há chamada nas aulas chinesas. Cada turma tem um professor que é designado o seu “head teacher” (professor responsável, em tradução livre), que deve ter um contato mais aprofundado com aquela turma, conhecer seus alunos, suas famílias etc. Uma vez por dia, em horário aleatório, o professor responsável passa pela turma e vê se tem alguém faltando. Se há, ele deve ligar para seus pais para saber o que está acontecendo. Caso todos estejam lá, o professor dá uma espiada e vai embora. É um detalhe simples, mas pense em seu efeito. Se você tem oito períodos por dia e gasta, digamos, três minutos fazendo chamada, quase meia hora de aula do dia terá sido desperdiçada com esse ritual. Ajuda o fato de que quase ninguém falta, claro. Nem alunos, e muito menos professores.
A disciplina é visivelmente ensinada pela escola. Não é possível imaginar que crianças e adolescentes tenham um impulso natural de se levantar para responder uma pergunta ou que levantem o braço.
Os resultados mensais dos alunos são exibidos para toda a comunidade escolar. Todo aluno sabe como está o seu desempenho em relação aos seus colegas de turma e de escola. Em um sistema muito competitivo e justo, essa transparência é quase indispensável. Porque a educação chinesa é uma corrida constante, em que apenas os melhores e mais esforçados alunos conseguem chegar às boas universidades.
(Clique para ler a matéria completa do Gustavo Ioschpe)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
China é um lugar no qual nomes portam significado profundo
DO “NEW YORK TIMES”, EM PEQUIM
Depois de um dia de trabalho, o morador sofisticado de Pequim gosta de trocar os sapatos sociais por um par de Resistir e Perseverar, acelerar sua Cavalo Precioso e sair para o bar, onde se refrescará com um copo de Poder da Felicidade bem gelada. Se for abstêmio, talvez peça uma Saborosa Diversão.
Para um ocidental, essas marcas são conhecidas como Nike, BMW, Heinekene Coca-Cola, respectivamente.
E quem está achando graça pode se divertir à vontade: as empresas que criam esses nomes também estão rindo -na fila do banco onde depositam seus ganhos. Mais que muitos outros países, a China é um lugar no qual nomes portam significado profundo.
Já que o mercado chinês de bens de consumo está crescendo em mais de 13% ao ano -e as vendas de bens de luxo atingem os 25% de avanço-, um nome desafinado pode ter sérias consequências financeiras. E, assim, a arte de selecionar um nome que funcione bem junto aos consumidores chineses deixou de ser arte.
Transformou-se em uma espécie de ciência, com consultores, softwares e análise linguística para garantir que um nome que soa melodioso aos ouvidos de um chinês que fale mandarim não seja irritante para um compatriota que fale cantonês.
O paradigma talvez seja a Coca-Cola, cujo nome chinês, Kekoukele, não só soa parecido com o original em inglês, mas transmite uma ideia de sabor e diversão de uma maneira que o original não é capaz de acompanhar. Há também a Reebok, ou Rui bu, cujo nome chinês significa "passos rápidos". E a Colgate -Gao lu jie, "revelar uma limpeza superior".
Encontrar um bom nome exige mais que identificar formas homófonas espertas para os originais em inglês. "Você deseja traduzir seu nome ou criar uma marca para a China?", diz Monica Lee, diretora-executiva da Brand Union, uma consultoria de Pequim. "Se a opção são sons fonéticos, todos sabem de onde você veio -sua marca será identificada imediatamente como estrangeira."
PRESTÍGIO
Para alguns produtos, ter um nome que soe estrangeiro oferece prestígio. Muitas marcas de ponta como Cadillac (Ka di la ke 凯迪拉克) ou Hilton (Xi er dun 希尔顿) empregam traduções fonéticas que não têm significado em chinês. Por outro lado, um nome genuinamente chinês pode dizer coisas sobre um produto que uma coleção de homófonos jamais poderia.
No caso do Citiybank, Hua qi yinhang quer dizer literalmente "o banco da bandeira de listras e estrelas". Ou, para a cadeia de hotéis Marriott, Wan hao significa "10 mil elites prósperas". Pentium, Ben teng, quer dizer "galopando".
É difícil determinar por que certas palavras chinesas têm tamanha carga emocional. Mas Denise Sabet, vice-diretora geral da Labbrand Consulting Company, de Xangai -cujo negócio é criar nomes para empresas ocidentais-, sugere que as razões incluem diferenças culturais e a dependência chinesa do uso de ideogramas, em lugar de um alfabeto fonético.
Cada ideograma é uma combinação de desenhos que podem portar significados próprios. E há alguns nomes que é preciso evitar. A Microsoft teve de reconsiderar antes de lançar o serviço de buscas Bing porque em chinês as definições mais comuns para o ideograma com esse som são "doença", "defeito" e "vírus".
O nome reformulado, Bi ying, significa algo como "responde sem falhas".
Após ler o artigo, vamos aprender como se fala em chinês as sucedidas marcas citadas acima:
Nike - 耐克 - nài kè - resistir e perservar
BMW - 宝马 - bǎo mǎ - Cavalo Precioso
Heinekene - 喜力 - xǐ lì - Poder da Felicidade
Coca-Cola - 可口可乐 - kě kǒu kě lè - Saborosa diversão
Pentium - 奔腾 - bēn téng - Galopando
Bing - 必应 - bì yìng - Responde sem falhas
Citiybank - 花旗银行 - huā qí yín háng - Banco da bandeira de listras e estrelas
Reebok - 锐步 - ruì bù - Passos rápidos
Colgate - 高露洁 - gāo lù jié - Revelar uma limpeza superior
sábado, 29 de outubro de 2011
China é o terceiro país que mais recebe turistas no mundo
A China ultrapassou a Espanha e é o terceiro destino turístico mais visitado do mundo, atrás somente da França e dos Estados Unidos, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (28) em Turim, na apresentação do TurisMonitor 2012.
O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos do Touring Club Italiano, com a contribuição da companhia aérea Alitalia, mostra que em 2010 a China registrou 55,7 milhões de desembarques, um aumento de 9,4% em relação ao ano anterior.
A França, por sua vez, manteve a dianteira com 76,8 milhões de visitas, número que se mostra estável desde 2009. O segundo lugar é ocupado pelos Estados Unidos, que teve, por sua vez, 59,8 milhões, uma quantidade 8,8% maior do que há dois anos.
A Espanha, embora tenha tido crescimento de 1% nos desembarques, foi visitada 52,7 milhões de vezes, número que a coloca à frente da Itália, com 43,6 milhões de chegadas.
O avanço chinês também é percebido na classificação dos países que mais gastam com turismo, que tem a Alemanha como líder, com R$ 135,2 bilhões (78,1 bilhões de dólares) em 2010, seguido por Estados Unidos com R$ 129,8 bilhões (75,5 bilhões de dólares) e da China, que superou o Reino Unido, com R$ 95,2 bilhões (55 bilhões de dólares), um crescimento de 25,6% em relação a 2009.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Depoimento do aluno Luiz Depine
A seguir o Luiz nos conta a viagem dele na China:
Prezados,
No início do mês de agosto de 2011 retornei de uma viagem à China onde fui a trabalho e aproveitei para fazer algum turismo.
Falando de pronúncia, os tons, em Mandarim, são fundamentais. Existe uma quase impossibilidade de comunicação se não forem utilizados os tons corretos. Por isso, escrever em Mandarim é muito importante. Se não for possível se fazer entender falando é possível se comunicar através da escrita com bastante facilidade. Todos entendem o Mandarim simplificado que aprendemos. Por exemplo, não é um hábito chinês tomar café após as refeições, e sim o chá. Quando solicitei café, em Mandarim, não consegui me fazer entender por utilizar os tons errados, mas obtive o que queria, juntamente com a atenção dos atendentes do restaurante, por escrever café em Mandarim no guardanapo de papel. Eu diria que sem os tons corretos, a pronúncia de qualquer palavra é quase inútil.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Alunos do OiChina no TV Brasil
No dia 28 de agosto, um domingo, vai ao ar, no canal TV Brasil, o programa TV Piá sobre o aumento do número de crianças que começaram a estudar o mandarim, o idioma oficial da China.
Em junho, jornalistas do programa TV Piá fizeram gravações e entrevistas com alunos do OiChina, que estudam e gostam da cultura chinesa. A maioria começou o curso estimulados pelos pais a serem futuros poliglotas e buscar diferenciais no mercado de trabalho. Porém, algumas crianças já mostram desde novas interesse na língua.
Crianças como Ana Carolina, de 9 anos, aluna do OiChina. Ela se dizia apaixonada pela cultura chinesa desde 3 anos de idade e sempre quis conhecer a China e o idioma. Brincava que se tivesse um buraco no chão era para chegar até a China. Ana encontrou o curso OiChina nesse ano e decidiu se dedicar ao estudo da cultura chinesa. A mãe da Ana Carolina revelou que a filha fez um caminho inverso, em vez de estudar inglês como outros colegas, a Ana está estudando primeiro o Mandarim, que é o idioma que mais gosta, e depois vai começar os cursos de inglês e espanhol."


