segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Balé da China faz a primeira apresentação no Brasil



Uma das companhias mais importantes e tradicionais do mundo está no Brasil pela primeira vez. É o Balé Nacional da China, a unica companhia estatal do país e uma das mais prestigiados do mundo, considerada como um dos mais importantes grupos em atividade atualmente, que estreia, em Curitiba uma superprodução. O espetáculo Lanternas Vermelhas.

Os bailarinos testaram neste sábado o palco do teatro Guaíra. Sessenta técnicos chineses e 90 brasileiros trabalharam durante dois dias na instalação de luzes, na montagem dos cenários e na organização do figurino, que tem mais de 200 peças.

Uma superprodução, com onze trocas de cenário, quatro trocas de roupa, 70 bailarinos em cena. Mas na hora de fazer as exigências para a vinda ao Brasil, os chineses preferiram a simplicidade. O principal pedido: água quente à vontade, para manter as garrafinhas de chá sempre cheias.

Fundado no fim dos anos 50, o Balé Nacional da China não aceita estrangeiros e é mantida pelo governo chinês. Na primeira passagem pela América do Sul, o grupo apresenta um espetáculo adaptado do cinema. O balé Lanternas Vermelhas mostra a história de uma jovem que é obrigada a se casar com um homem mais velho e conviver com as outras esposas dele.

Wang Chimin é bailarino desde os dez anos. Hoje com 31 diz ter orgulho de poder mostrar a própria cultura em países diferentes.

"É uma história sobre os relacionamentos", diz ela. "Os brasileiros lidam com isso de um jeito mais caloroso. Já os chineses são tímidos, mas todo mundo entende quando o assunto é o amor."


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“O Oriente encontra o Ocidente em estilo épico” – Sunday Times

“Os chineses inventaram a pólvora. O ocidente inventou o balé clássico. Coloque os dois juntos e espere encontrar um balé explosivo! Os bailarinos possuem uma incrível base técnica – fortemente influenciada pela escola russa com deliciosos toques do discreto estilo inglês – com piruetas sensacionais, extensões maravilhosas e excelentes pés.” – New York Post

Lanternas Vermelhas
17 a 21 novembro
Teatro Municipal - Rio de Janeiro

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Aprensentação da aluna Carolina do OiChina


Nossa aluna Carolina, começou a fazer o curso no OiChina em julho de 2009, sem saber escrever nenhum hanzi (ideograma chines). Ela finalizou o estudo de nível iniciante e atualmente está entrando no nível intermediário.

Hoje ela tem domínio de cerca de 1500 hanzi, e é capaz de se comunicar fluentemente e escrever em chinês. Parabéns para ela!


Leia também o depoimento da Carolina sobre a importância de conhecimento do Hanzi:

Nunca vou me esquecer do meu primeiro passeio pelas ruas de Guangzhou... Os ouvidos registravam uma mistura de cantonês e mandarim, enquanto que os olhos se perdiam nos ideogramas, muitos ideogramas! Uma senhora se aproximou de mim e me contou uma história longuissima... Eu não entendi uma palavra...

Passei um pouco mais de dois anos trabalhando na China: um ano em Guangzhou e um ano em Beijing. Falo varias linguas fluentemente, inclusive o ingles e o alemao, mas logo percebi que nenhuma delas me ajudaria no dia-a-dia. Como e importante dominar pelo menos um nivel basico de chines para se ‘’sobreviver’’ na China! Enquanto que a rotina e os colegas de trabalho me ensinaram a me virar com dialogos simples, o mundo dos ideogramas continuou um misterio para mim. E eles, e claro, sempre presentes em placas de transito, letreiros de lojas, quadros de aviso, cardapios, karaoke (febre nacional) ou qualquer lugar que eu olhasse, tornando coisas simples do dia-a-dia em complicadas.

De volta ao Rio de Janeiro, resolvi vencer esse receio, e fiquei muito feliz de ter encontrado OiChina. Seu método de ensino facilita o aprendizado, e em pouco mais de 3 semanas já cobrimos aproximadamente 80 ideogramas. É uma delícia ver que, aos poucos, as palavras, frases e seus sentidos vão se formando. Hoje, acredito piamente que não basta so falar chinês, e que a escrita e importantissima para um melhor entendimento de sua cultura e tradições.

Obrigada OiChina!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Pinyin é muito bom mas não tem substituto para o “Hanzi” (catacter chinês)

Photobucket
(John e sua esposa na China)

Texto escrito por John Wilkinson
Professor doutorado da UFFRJ, aluno do OiChina


Ano passado eu e a minha esposa fomos para China durante um mês e visitamos muitas cidades do Norte ao Sul viajando de avião, de trem, de ônibus e de carro. Antes de ir, eu fiz um curso intensivo de um mês de “pinyin” com a professora (laoshi) do OiChina.

“Pinyin” é uma ótima introdução ao Mandarim porque faz uma tradução fonética dos caracteres chineses e você pode estudar como se fosse uma língua estrangeira qualquer. Aprendi muitas frases e talvez mais importante os sons porque pinyin coloca acentos acima das palavras indicando a sua tonalidade. Foi muito útil na viagem e minha esposa, que não tinha feito o curso, rapidamente adotou frases como “duoshao qian” (how much?) e “cesuo zai narli” (onde fica o banheiro?). Não só isso. O pinyin ajuda você a estabelecer aquele tão importante “primeiro contato” como os Chineses seja em transporte, hotéis, restaurantes, lojas ou andando nas ruas. “Ola”, “onde fica...”, “queremos ir..”, “por favor...”, “prazer em conhecer”, “eu me chamo”, “somos do Brasil”, “quantos anos tem?”, “muito bonito” e outra dezena de frases são tantas “abre portas” para entrar mais no mundo da China e do seu povo.

Mas a China não é pinyin e por todo lado enfrentamos esse mistério do “hanzi”, o Chinês escrito – nomes de lojas, direções, menus, manchetes de jornais – que ficou como uma grande barreira dizendo “ daqui você não passa”. Assim, na nossa volta, resolvi enfrentar a fera e comecei a aprender “a lingua verdadeira”. Não está sendo fácil. Os pictogramas, onde você pode adivinhar a sentido a partir do desenho, são poucas, como também as dicas fonéticas. Exige muito treino, o que para nós hoje em dia, correndo sempre contra o tempo, é difícil. Ainda estou nos meus primeiros passos e não sei ainda até onde posso chegar, mas estou começando a automatizar umas dezenas de caracteres e posso até escrever uma frase inteira.

Sempre fiquei duvidando que um chinês podia anotar uma aula naqueles caracteres tão complicados, mas agora estou vendo que talvez seja possível mesmo. Para mim, o prazer do senso de avanço me veio no momento que podia ler pela primeira vez um manchete num jornal chinês. A partir daí sabia que não tinha volta e vou dominar essa fera no OiChina!

A turma canta música Parabéns em chinês

Feliz aniversário para nossos alunos Ronaldo e Danielle!
A turma cantou na sexta-feira, a primeira música chinesa que aprendeu no OiChina: 'Feliz Aniverário' (生日快乐) .



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A viagem à China do aluno Leonardo


Texto by Aluno do OiChina: Leonardo de Luca -

Olá estudantes do OiChina! ( e futuros estudantes, quem sabe)

Tenho que contar pra vocês que a minha viagem à China foi inesquecível! Porém, mais incrível ainda foi saber que com apenas 3 meses de OiChina, consegui me virar muito bem em chinês, a ponto até de ter que dizer “Pera lá” com os chineses, pois eu falava com eles, e, já achando que eu era fluente em mandarim, eles continuavam o papo básico comigo como se eu fosse nativo! Foi muito engraçado, principalmente nas horas em que eu ia fazer compras, e perguntava “Zhè shì shén me? (O que é isso? ) ” , e eles respondiam o que era, e eu, só pra tirar onda, fingia que entendia tudo!

Cheguei até a cantar “Dà Zhōng Guó (Great China) ” que a professora ensinou, com as massagistas do nosso tour turístico na sala de massagens! Foi muito engraçado! Além do mais, passei por ótimos momentos na China, afinal esse é um país milenar muito rico em sua cultura, e diversificado em suas paisagens naturais.

O mais marcante, é que, durante a viagem, eu ficava cada vez com mais vontade de saber chinês, pra poder usar! E eu sabia bastante coisa já, com 3 meses de estudo da língua! Mas mesmo assim, eu falava com os chineses e queria saber falar mais e mais! Posso afirmar que voltei com uma garra maior ainda pra aprender chinês, afinal,”Que país lindo” eu pensava.
O OiChina possui um método de estudo muito eficiente para ensinar a estrangeiros como mergulhar na língua chinesa. Possuímos um livro de ótima qualidade, que torna o estudo fácil, prático e dinâmico. No final, é quase uma terapia aprender a escrever os hanzis ( os caracteres chineses) na sua forma correta.

Por fim, espero que um dia possam visitar a China, para saber como esse país é incrível. E espero que continuem firme e forte aqueles que estão no OiChina Curso de mandarim, para quem sabe um dia, fazer o mesmo tour que eu fiz. E para aqueles que ainda não fazem parte da grande família que é o OiChina, entrem no curso e invistam certo no seu futuro, afinal, não é qualquer país que ultrapassa o Japão em nível de desenvolvimento e ganha posto de segunda economia mundial, né? Na hora de escolher sua próxima língua, escolha certo!

O Festival do Meio-Outono


O Festival do Meio-Outono, também conhecido como o Festival da Lua, ou em chinês Festival Zhongqiu,. O Festival do Meio-Outono é realizada no dia 15 do oitavo mês do calendário chinês, que em 2010 é no dia 22 de setembro no calendário gregoriano. A comida tradicional deste festival é o mooncake (bolo da lua) com recheios variados.

O Festival do Meio-Outono é um dos feriados mais importantes e tradicionais do calendário chinês, sendo os outros Ano Novo Chinês e Festival de dragão, e é um feriado oficial em vários países. Agricultores comemoram o fim do verão, época de colheita para esta data. Tradicionalmente, neste dia, os membros da família chinesa e os amigos se reúnem para admirar a lua cheia brilhante, e comer bolos da lua e pomelos.




Aula Extra:

Festival do Meio-Outono: 中秋节 zhōngqiū jié
Bolo da lua: 月饼 yuè bǐng
Quando é o festival do Meio-outono?:
中秋节是什么时候? zhōngqiū jié shì shénme shíhou?